Após atingir a marca de 1% de jogadores na Steam, o sistema operacional Linux recebe mais uma boa notícia. A Valve, proprietária da plataforma de jogos, e a AMD estão trabalhando juntas para aprimorar o desempenho do Pinguim rodando jogos. A parceria tem como foco o console/computador portátil da Valve, o Steam Deck.

Valve e a AMD trabalharão aprimorando a escala de frequência da CPU, trazendo melhorias ao driver ACPI CPUFreq. Atualmente, alguns jogos no Linux tem uma performance fraca devido a incapacidade do driver em controlar o processador, não aumentando ou demorando para entregar a frequência desejada quando necessário. A AMD não tem uma tradição de desenvolver a compatibilidade entre seus CPUs e Linux, por isso há uma queda de desempenho maior dos processador AMD com o sistema operacional.

Em 2018, a Valve lançou o Proton, uma tecnologia que permite “traduzir” as API dos jogos criados para Windows para o sistema operacional Linux. A ferramenta Proton permite que milhares de jogos da Steam feitos para o SO da Microsoft rodem no Linux.

O objetivo dessa parceria é, obviamente, melhorar o desempenho do Steam Deck, futuro console portátil da Valve, que usará o SteamOS baseado no Arch Linux e com uma APU AMD baseada na arquitetura Zen 2 e com gráficos RDNA 2. Um console que roda em Linux e com um hardware não muito amigo do sistema operacional não é uma propaganda. Por mais que o foco das empresas seja a melhoria do desempenho do Steam Deck, essa união sinistra flasco impactará positivamente a comunidade Linux.

Mais informações sobre essa parceria serão apresentas no X.Org Developers Conference, dia 17 de setembro, na palestra da AMD intitulada “Uma nova proposta de performance de escalonamento de CPU para VKD3D-Proton”. No mês de junho a Nvidia e a Valve anunciaram uma parceria para levar o DLSS para o Linux através do Proton.

Fonte: WCCF Tech

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